BLOG

  • Jorge Rosolino

Você pensa no impacto social que sua empresa quer causar no mundo?

É difícil pensar em uma empresa que exista somente para gerar lucro. Toda empresa precisa ter a capacidade de mudar uma realidade, o que inclui a realidade social do todo ao seu redor.


Isso pode se dar por N maneiras.


Por meio de acesso, através de ações e iniciativas que dão mais autonomia para o cidadão.

Transparência, entregando informações que são veladas e fora do alcance público.

E escala, gerando e permitindo impactos que sejam transformadores na vida das pessoas.


As empresas existem, ou pelo menos deveriam existir, com esse foco de transformar a realidade social ao seu redor


Na Natura, durante o período em que trabalhei por lá, a gente costumava dizer que “se a nossa sociedade está doente como vamos ter uma empresa saudável?”, porque

o papel da empresa também é esse, o de mudar e ajudar a sociedade.


A decisão por investir em um negócio como o People Commerce deu-se, justamente, pela sua conexão com meu propósito pessoal. E assim tem acontecido com todos os colaboradores que embarcaram e/ou estão embarcando nesse sonho.


O propósito do People é conectar e transformar a vida das pessoas e isso, por si só, já tem forte apelo social.


No nosso modelo a gente traz isso no âmago: gerar renda e inclusão social. Possibilitar às pessoas a se relacionarem com outras, a criar networking, a se desenvolver profissionalmente através de treinamentos, capacitações, educação financeira, etc. Tudo isso sendo promovido pelo People Commerce.


Desde o mais tangível que é a geração de renda ao mais intangível que é a capacitação profissional, nós trabalhamos todos os dias para que as pessoas conquistem independência financeira, sucesso e satisfação pessoal.


Os 3 pilares principais do People são relacionamento - recomendação - remuneração/benefícios, e todos os três se conectam com o social de alguma forma.


No relacionamento você está impactando a vida de outras pessoas, criando vínculos, levando informações, construindo uma rede de apoio.


Após consolidar o relacionamento, chegamos no pilar de recomendação. Aqui, podemos promover mudanças de hábito, novas experiências, oportunidade de viver coisas novas. “Como assim?” vocês vão me perguntar. Eu explico: Para recomendar algo, você precisa usar, testar, experienciar e principalmente aprovar aquilo. Então, antes que você recomende algo para uma pessoa, você deve saber sobre aquilo que está recomendando. E o ato de aprender ou viver uma coisa nova, e incluí-la na sua rotina, nos seus hábitos, para então recomendar a alguém, é também uma mudança de vida. Além, é claro, das diversas capacitações oferecidas para que você domine o assunto que trata sobre o que você recomenda.


E por último, o pilar remuneração/benefícios, que costuma ser o que recebe mais atenção. É o retorno financeiro que este modelo te dá.


Vou mostrar em um exemplo prático, como o People Commerce é um modelo inclusivo. Na Natura, trabalhamos em um projeto chamado “Natura na Comunidade” - onde adotamos uma estação no teleférico do Morro do Alemão e vestimos ela de Natura. Nossa ideia era tentar aprender como aumentar nosso impacto social e transformar a vida das pessoas. Para isso, fomos até onde elas estavam e tentamos entender o que doía mais.


Testamos diversas ações, oferecemos treinamentos, bolsa de estudos, ponte para conexão com novas oportunidades de emprego e estudos, oferecer educação financeira e mais um monte de coisas - todas tiveram um engajamento baixo. Até que percebemos que o que mais mobilizava as pessoas era o dinheiro. Toda vez que fazíamos uma promoção que dava maior rentabilidade para o consultor/consumidor, era o que eles enxergavam como o benefício social mais relevante que ele tinha, sua renda. O maior benefício que podíamos oferecer era o aumento da sua renda.


Logo, um modelo que tem na sua essência a geração de renda para todos os públicos, ele já nasce inclusivo, está na raiz do negócio. O People Commerce já nasce com esse conceito de fomentar e aumentar a renda das pessoas, sejam elas de qual classe social forem.


E é isso o que nos move: que todos tenham as mesmas oportunidades para que possam mudar a sua vida e viver da melhor forma possível.


O futuro, como sempre dizemos por aqui, é people.

E precisamos de pessoas felizes e motivadas para poder mudar o mundo. E é isso que o People oferece para as pessoas: a oportunidade de mudar o mundo.